terça-feira, 15 de outubro de 2013

Fantasma de assassino


Fantasma de assassino cruel assombra prisão em que foi executado

Ted Bundy morreu na cadeira elétrica da penitenciária da Flórida e há quem creia que sua alma nunca saiu de lá

Ted Bundy foi um dos assassinos psicopatas mais temidos da história. Ele mesmo se denominava 'O bastardo de coração mais frio que alguém já conheceu'. Até onde se sabe, ele matou ao menos 30 pessoas, mas estima-se que ele tenha matado bem mais. Bundy tem aparecido regularmente na penitenciária estadual da Flórida. Você pode até achar isso bem normal, se não fosse por um detalhe: Bundy foi executado em janeiro de 1989 nessa mesma penitenciária!

Os relatos de aparições do fantasma de Bundy sempre existiram, mas ficavam restritos aos detentos da penitenciária, que serviu como último lar de Bundy. Foi em 2008 que os primeiros desses relatos atravessaram os muros da prisão e vieram ao conhecimento do público

Apesar de a direção da prisão não confirmar o caso, várias pessoas que já passaram pela prisão confirmam. Alguns relatórios internos e histórias vazaram para a imprensa e a sociedade através de guardas e trabalhadores do presídio

Para você ter uma ideia do que medo que o fantasma de Ted Bundy pode inspirar em qualquer pessoa dotada de um sistema nervoso central, a gente precisa te contar direito a história da vida e dos crimes desse assassino sanguinário

Theodore Robert Cowell foi um dos assassinos em série mais procurados dos anos 70 nos EUA. Ele iludia suas vítimas, na maioria mulheres morenas e bonitas, para depois espancá-las, estuprá-las e cometer barbaridades com seus cadáveres

Bundy tinha um belo rosto e — como todo psicopata — era capaz de se mostrar irresistivelmente carismático quando queria matar. Geralmente, ele se aproximava de suas vítimas em lugares públicos e ganhava a confiança delas fingindo um ferimento e pedindo ajuda. Assim, ele conseguia atrair a vítima para um local mais afastado e consumava o assassinato de modo brutal

Depois de matar, Bundy mantinha relações sexuais com os cadáveres até que eles ficassem podres demais pra isso. Pelo menos 12 de suas vítimas foram decapitadas e Bundy manteve as cabeças dessas mulheres em seu apartamento

Bundy foi condenado à pena de morte na cadeira elétrica por 30 homicídios cometidos em sete estados. Sua execução aconteceu no dia 24 de janeiro de 1989, na mesma penitenciária em que detentos afirmam ver seu fantasma. Sua morte foi comemorada como uma conquista de campeonato e, quando seu cadáver foi retirado, fogos de artifício coloriram o céu do condado de Bradford

Um detento que cumpre prisão perpétua escreveu um pedido de ajuda que foi publicado em diversos jornais norte-americanos. Veja só o que ele disse...

— Eu sou um detento da penitenciária estadual da Flórida, no condado de Bradford, e cumpro prisão perpétua. Por muitos anos, eu ouvi rumores de quem o fantasma de Ted Bundy aparecia lá e nunca acreditei em nada disso. Agora, eu mudei de opinião. Eu e outros detentos (incluindo agentes carcerários) pudemos ver o fantasma em várias ocasiões. É Bundy, definitivamente. Ele aparece de manhã bem cedo, antes do sol nascer, em nosso pavilhão e em celas diferentes. Ele sempre está sorrindo. É uma espécie de névoa azul, mas é bem detalhada. Tem detento que diz que ouviu até ele falar. Eu não ouvi nada disso. Alguém tem alguma sugestão de como lidar com isso?

Com tantos fantasmas para assombrar o lugar, existiria algum mais assustador do que o de Ted Bundy?




quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Bizarro - Aranha-marrom

Aranha-marrom

As aranhas-marrons (Brasil) ou aranhas-violino (Portugal), Loxosceles spp. são aracnídeos venenosos, conhecidas por sua picada necrosante. Elas são membros da família Sicariidae.

As aranhas-marrom têm um comprimento total de cerca de 3–4 cmSão aranhas pouco agressivas, dificilmente atacam pessoas. As picadas ocorrem como forma de defesa, quando macho ou fêmea (ambos peçonhentos) são comprimidos contra o corpo, durante o sono, no momento do uso das vestimentas (calçando um sapato, por exemplo) ou no manuseio de objetos de trabalho (como enxadas e pás guardadas em locais escuros).

São aranhas pouco agressivas, dificilmente atacam pessoas. As picadas ocorrem como forma de defesa, quando macho ou fêmea (ambos peçonhentos) são comprimidos contra o corpo, durante o sono, no momento do uso das vestimentas (calçando um sapato, por exemplo) ou no manuseio de objetos de trabalho (como enxadas e pás guardadas em locais escuros).
No ato da picada há pouca ou nenhuma dor e a marca é praticamente imperceptível. Depois de 12 a 14 horas ocorre um inchaço acompanhado de vermelhidão na região (edema e eritema, respectivamente), que pode ou não coçar. Também pode ocorrer escurecimento da urina e febre. Os dois quadros distintos conhecidos são o loxoscelismo cutâneo (o que normalmente ocorre, onde há a picada na pele) e o cutâneo-visceral (com lesão cutânea associada a uma hemólise intravascular).
Com o avanço (sem tratamento) da picada, o veneno (dependendo da quantidade inoculada) pode causar necrose do tecido atingido, falência renal e, em alguns casos, morte. Somente foram detectados casos de morte - cerca de 1,5% do total - nos incidentes com L. laeta e L. intermedia.


Tratamento

Logo após a picada é indicado lavar o local com água e sabão abundantes e não fazer torniquetes, para evitar a gangrena do veneno e minimizar os efeitos da necrose. É interessante que a região da picada fique em repouso, dificultando a absorção do veneno. Não convém furar, cortar, queimar ou espremer. Também não é indicado fazer sucção no local da ferida nem aplicar extratos naturais. Não se recomenda a ingestão de bebidas alcoólicas. O procedimento padrão é levar a vítima ao serviço de saúde próximo o mais rápido possível, levando a aranha (morta ou viva) para identificação de espécie e confirmação da necessidade de soro. Vale lembrar que tais procedimentos servem para qualquer ataque de animal peçonhento.
O soro utilizado para combater a picada desta aranha é composto de Antihistamínico/anticolinesterásico/dapsona e 5 ampolas de soro antiaracnideo polivalente ou soro antiloxosceles EV, que deverá ser ministrado ao paciente até 36 horas depois do acidente com a aranha.

Combate

O predador natural da aranha-marrom (Loxosceles sp.) é a lagartixa (Hemidactylus mabouia). Contudo, ela sozinha não é capaz de exterminá-las.
A região sul do Brasil (Paraná principalmente) tem sofrido com o ataque destas aranhas, cerca de 3000 acidentes somente em 2004. Um relatório de um Instituto de Saúde de Minas Gerais, mostra que foram encontradas aranhas-marrons do gênero Loxosceles em algumas casas da Grande Belo Horizonte, onde esta aranha estaria extinta desde 1917, e teoricamente somente existiria em cavernas.
O aumento da urbanização juntamente com o da população, proporcionou novos locais para as aranhas crescerem e se reproduzirem, consequentemente aumentando os encontros com humanos.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.